"Nasci com o infinito dentro de mim". JMM, in "O Rio Apagado", 1997.
"Gosto do palco, dos lugares onde a poesia se diz". JMM, em entrevista (2004)
"Nasci em Luanda, uma cidade rodeada de água e lonjura, memória e enigma". JMM , em entrevista (2004).
"um homem atravessa /os limos/ da voragem // a inquietude / e os sonhos". JMM, in "Meridiano: poemas", 1981.
"os dedos: // vão pelas aldeias, são mar; / hélice de olaria. // queimam a pedra /diante do crepúsculo. // animais de placenta e floração. JMM, in "Poesia para a viagem" (antologia)
"à memória daremos sempre / a casa em festa // mesmo se pedimos hoje / uma outra flor // um barco // um barco para atravessar / o nevoeiro”. JMM, in "Prelúdio de Outono"
"A cor preferida? Entre o azul e o preto, aquela que ainda não inventei. E um certo tom de papaia dos crepúsculos da minha infância". JMM, in "Porta de Inverno"
"longe (tão perto / tão dentro) : / só a pura água /sobre o tempo". JMM, in "Os Dias do Trigo"